Comprar insumo pra clínica é um equilíbrio delicado: comprar demais significa material parado até passar da validade; comprar de menos significa remarcar procedimento na hora que o paciente já está na sala de espera.
O problema de comprar por hábito
Sem registrar quanto de cada insumo realmente foi usado nas últimas semanas, a compra tende a se repetir sempre na mesma quantidade — ignorando picos de demanda de certos procedimentos ou variações sazonais no tipo de atendimento.
A diferença entre "comprado" e "usado"
Um insumo que sempre sobra em quantidade parecida está sendo comprado acima do necessário, mesmo que pareça estar sendo "bem utilizado" só porque nunca falta.
Insumo com validade curta pede compra mais frequente
Materiais e medicamentos com prazo de validade mais curto não perdoam erro de quantidade. Comprar menos, com mais frequência, costuma gerar menos perda do que uma compra grande de uma vez só.
Vincular insumo ao procedimento, não só ao estoque geral
Saber quanto de cada insumo um tipo específico de procedimento consome permite prever a necessidade real com base na agenda da semana seguinte, em vez de decidir olhando só pro estoque parado na prateleira.
Decisão com histórico, não com repetição
Ter à mão o histórico de uso por insumo transforma a compra de "sempre peço a mesma quantidade" numa decisão ajustada à demanda real de procedimentos da clínica.
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