É comum a confeiteira precificar "no sentimento" — olhar o tamanho do bolo, comparar com a concorrência e definir um valor. O problema é que esse método esconde custos que corroem a margem sem você perceber. Veja o que entra numa precificação que realmente reflete o seu lucro.
1. Ingrediente é só uma parte do custo, não o custo todo
Farinha, ovos, recheio — isso é o mais fácil de calcular. Mas embalagem, gás, energia e o tempo de produção também custam, e ficam de fora na hora de precificar "de cabeça".
2. Coloque um valor pra sua hora de trabalho
Se o preço da encomenda não considera quantas horas você levou pra fazer, decorar e entregar, você pode estar, na prática, trabalhando de graça em parte do processo — só que isso não aparece até você calcular direito.
3. Separe custo fixo de custo variável
Aluguel do espaço, equipamento, contas mensais — isso existe independente de quantos bolos você vende no mês. Uma parte desse custo fixo precisa estar diluída no preço de cada encomenda, senão ele "desaparece" do cálculo e come sua margem no fim do mês.
4. Cadastre a ficha técnica de cada produto
Ter os ingredientes e quantidades exatas de cada receita registrados evita recalcular tudo na mão toda vez que o preço de um insumo muda — e permite ver rápido qual produto realmente compensa fazer.
5. Acompanhe a margem por encomenda, não só o faturamento total
Faturar bastante no mês não significa lucrar. Um bolo grande pode ter um custo alto disfarçado. Olhar a margem individual de cada tipo de encomenda mostra quais valem mais a pena continuar oferecendo.
Boa parte desses problemas some quando o controle financeiro da confeitaria sai da cabeça (ou da planilha) e vai para um sistema feito para isso. O SoluSeven organiza custo, ficha técnica, encomendas e margem por produto — pra você precificar com segurança e saber exatamente onde está o seu lucro.
Você já descobriu que estava vendendo alguma encomenda no prejuízo? Conta sua experiência nos comentários!
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